10 Destinos Baratos na Europa para Brasileiros
Viajar pela Europa é o sonho de muitos brasileiros, mas o mito de que é preciso gastar uma fortuna afasta boa parte das pessoas. A verdade é que, com planejamento e conhecimento, é possível explorar o Velho Continente gastando pouco. Aqui no Soltos ao Mundo já mostramos que hospedagem gratuita na Europa é uma realidade. Agora vamos listar 10 países e cidades que cabem no seu bolso. Pronto para começar a planejar sua próxima aventura?
1. Portugal: o queridinho dos brasileiros
Portugal continua sendo uma das portas de entrada mais acessíveis para brasileiros na Europa. Cidades como Lisboa e Porto oferecem uma rica cultura, costumes europeus fascinantes e muitas atrações gratuitas ou de baixo custo.
Por que é barato? A alimentação em Portugal é muito em conta comparada a outros países europeus. Um pastel de nata custa cerca de €1,30 e uma refeição num restaurante típico pode sair por menos de €10.
Atrações gratuitas imperdíveis: Explore os bairros de Alfama e Belém em Lisboa, passeie pela Ribeira no Porto ao pôr do sol e visite os mirantes como o Miradouro da Graça.
Dica prática: Opte por almoçar em "pratos do dia" ou "tascas" locais. O transporte público (metrô, elétrico) é eficiente e barato.
2. Polônia: história e economia de mãos dadas
País com um passado riquíssimo e um presente vibrante, a Polônia é um dos destinos mais em conta da Europa.
Por que é barato? O zloty polonês é muito favorável para o brasileiro. Uma refeição completa em Cracóvia ou Varsóvia custa entre €6 e €10, e a cerveja é uma das mais baratas do continente.
Atrações gratuitas imperdíveis: O centro medieval de Cracóvia (Rynek Główny) é Patrimônio Mundial e caminhar por ele é uma atração por si só. O Parque Łazienki em Varsóvia é lindo e totalmente gratuito.
Dica prática: Use o trem ou ônibus noturno entre as cidades para economizar em uma noite de hospedagem.
3. Hungria: o charme de Budapeste sem pesar no bolso
Budapeste é amplamente considerada uma das cidades mais bonitas da Europa, e o melhor: é extremamente acessível.
Por que é barato? O forint húngaro é fraco frente ao real, e você consegue jantar bem por €8-12. Os famosos banhos termais, como o Széchenyi, custam cerca de €15-20 — caro para o padrão local, mas barato para o que oferecem.
Atrações gratuitas imperdíveis: A vista do Bastião dos Pescadores, o Parlamento Húngaro iluminado à noite e as ruínas dos bares judeus (como o Szimpla Kert) não custam entrada.
Dica prática: Caminhe pela Ponte das Correntes e explore a Ilha Margarete para um passeio gratuito e relaxante.
4. Romênia: aventura e preços imbatíveis
A Romênia é frequentemente citada como um dos países mais baratos da Europa para se visitar, combinando natureza exuberante com história medieval.
Por que é barato? Uma refeição farta pode custar apenas €5-8. A moeda local (leu romeno) oferece um excelente poder de compra para brasileiros.
Atrações gratuitas imperdíveis: O Parque Central de Bucareste, as ruas de paralelepípedo de Brașov e a vista deslumbrante para os Cárpatos.
Dica prática: Visite o Castelo de Bran (Drácula) por conta própria usando transporte público, é muito mais barato do que em excursões organizadas.
5. República Tcheca: muito além da cerveja barata
Praga é um dos destinos mais populares da Europa, e ainda assim mantém preços baixos se você souber onde ir.
Por que é barato? Uma cerveja de qualidade mundial custa menos de €2, e uma refeição completa em um pub local custa entre €7 e €10.
Atrações gratuitas imperdíveis: A Ponte Carlos, o Relógio Astronômico e caminhar pelo bairro de Mala Strana são experiências que não custam nada.
Dica prática: Fique em um hostel ou pensão fora do centro imediato. O transporte público de Praga é excelente e permite explorar a cidade gastando pouco.
6. Bulgária: o país mais barato da União Europeia
Para quem busca o menor custo possível sem abrir mão de cultura e paisagens incríveis, a Bulgária é a escolha certa.
Por que é barato? Considerado o país mais barato da UE, uma refeição em Sofia pode custar apenas €4-7, e o transporte público é extremamente em conta.
Atrações gratuitas imperdíveis: A Catedral Alexander Nevsky, as ruínas romanas de Serdica no centro da capital, e o Mosteiro de Rila (a entrada é quase simbólica).
Dica prática: Experimente a comida de rua local, como o banitsa (massa folhada recheada com queijo).
7. Espanha (Andaluzia): tapas grátis e sol o ano inteiro
A região sul da Espanha é um prato cheio para quem quer economizar sem perder a essência europeia.
Por que é barato? Em Granada, o "tapa" grátis acompanha cada bebida que você pede, o que reduz drasticamente o custo da alimentação. Sevilha também é muito em conta.
Atrações gratuitas imperdíveis: A Alhambra de Granada (os jardins externos e o bairro do Albaicín são gratuitos). A Giralda e a Plaza de España em Sevilha são de tirar o fôlego e não custam nada.
Dica prática: Aproveite o sol e as praças, como a Plaza de España, que são gratuitas e deslumbrantes.
8. Grécia: o berço da civilização a preços justos
A crise econômica tornou a Grécia um destino muito mais acessível para os turistas.
Por que é barato? Um souvlaki ou gyros custa cerca de €2.50, e uma refeição completa em uma taverna fica entre €8-12.
Atrações gratuitas imperdíveis: A Acrópole vista de longe (do Monastiraki), a Praça Syntagma (troca da guarda), o bairro de Plaka e o Mercado de Pulgas são ótimos passeios gratuitos.
Dica prática: Compre sua água e lanches em supermercados locais para economizar ainda mais.
9. Holanda (Roterdã/Haia): o lado moderno e econômico
Pular Amsterdã e ir para Roterdã ou Haia já reduz bastante os custos da viagem.
Por que é barato? Amsterdã tem preços inflados. Roterdã oferece uma vibe moderna, uma arquitetura incrível e preços de hospedagem muito mais baixos.
Atrações gratuitas imperdíveis: A Markthal, as Casas Cubo (exterior), o Parque Museu (Museumpark) e caminhar pelo centro futurista de Roterdã.
Dica prática: Alugue uma bike para explorar a cidade, é a forma mais barata e autêntica de conhecer a Holanda.
10. Itália (Nápoles/Bolonha): o melhor da culinária por pouco
A Itália pode ser cara, mas cidades como Nápoles e Bolonha são verdadeiras exceções.
Por que é barato? Nápoles é a grande cidade mais barata da Itália. Uma pizza autêntica custa a partir de €5, e um café na rua custa €1. Bolonha oferece excelente comida de rua e mercados históricos.
Atrações gratuitas imperdíveis: O Centro Histórico de Nápoles (Patrimônio Mundial), a Galleria Umberto I, o Lungomare e explorar as ruas vibrantes.
Dica prática: Evite restaurantes com fotos grandes e garçons na porta; vá para as trattorias dos bairros residenciais.
Explore mais destinos incríveis: Se você gostou de conhecer esses roteiros econômicos na Europa, continue navegando pelo nosso hub de destinos internacionais econômicos. Para quem busca alternativa econômica na América do Sul ou quer aprender a economizar ainda mais com hospedagem gratuita na Europa, temos guias completos. E se a Ásia for o seu próximo destino, confira nossas dicas de Ásia econômica para viajar.
Perguntas Frequentes sobre Destinos Baratos na Europa
Qual o destino mais barato da Europa?
Países do Leste Europeu como Polônia, Hungria, Romênia e Bulgária costumam oferecer o menor custo de vida para o viajante. A Bulgária é frequentemente citada como o país mais barato da União Europeia.
Preciso de visto para viajar pela Europa?
Brasileiros não precisam de visto para turismo na maior parte da Europa (Espaço Schengen) por até 90 dias. Para países como a Bulgária e Romênia, que estão em processo de adesão total, a entrada também é facilitada. Sempre verifique a exigência específica do país antes de planejar sua viagem.
Qual a melhor época para visitar a Europa gastando pouco?
A primavera (abril a junho) e o outono (setembro a outubro) oferecem o melhor equilíbrio entre clima agradável e preços baixos em voos e hospedagens. O inverno pode ser muito barato, exceto nas regiões de estações de esqui.
É seguro viajar pela Europa com orçamento limitado?
Sim, a Europa é um dos continentes mais seguros para se viajar, mesmo com um orçamento apertado. Optar por hostels bem avaliados, transporte público e cozinhar algumas refeições são práticas comuns entre mochileiros e não comprometem a segurança.